REGIONALIZAÇÃO: DE NOVO!...
Volto de novo a este assunto. No passado dia 15 de Novembro e como corolário das II JORNADAS DO PODER LOCAL, iniciativa do NÚCLEO PAREDES CIDADE do PSD, concluímos que a implementação desta reorganização administrativa era uma questão de Estado, imperiosa para o relançamento do País no seu todo, ao contrário do que acontece hoje, quando só a área de Lisboa e Vale do Tejo e a Madeira têm o seu PIB acima da média Europeia.
Não foi por acaso, mas nesta iniciativa do Núcleo, foram convidados representantes do Bloco de Esquerda, do Partido Socialista e do nosso Partido Social Democrata. Todos eles concluíram o mesmo, ou avançamos agora, ou então o 3º Mundo espera-nos, mais tarde ou mais cedo. Não podemos esquecer que, por mero exemplo, a região Norte apresenta um PIB equivalente a 65% da média Europeia.
Recentemente um relatório da Comissão Europeia e oriundo do “pelouro” da Comissária Danuta Hubner, aquela que no “Governo Europeu” é responsável pelas questões das regiões, alertou que os apoios a Portugal se mostram ainda muito importantes, dado que há algumas regiões – citando mesmo a região Norte de Portugal como exemplo – que carecem de avultados investimentos no intuito de as fazer aproximar da média Europeia.
Isto mesmo, foi frisado pela Eurodeputada Elisa Ferreira num artigo de opinião, publicado no JN do passado Domingo, onde alerta para a oportunidade que o Norte tem de se desenvolver, servindo-se desta orientação da Comissária Hugner para justificar esta sua opinião. Aproveita para lançar algumas indirectas aos responsáveis autárquicos do Norte (será que a Dr.ª Elisa Ferreira não será candidata à Câmara Municipal do Porto?...) dizendo que estes já deviam estar preparados com os respectivos projectos, para lançarem mãos desses fundos comunitários que advêm deste último quadro comunitário de apoio e responsabilizando-os se isso não acontecer. Mas, a caríssima Eurodeputada do Partido Socialista, omitiu um pormenor, ou talvez não tivesse conhecimento dele.
É que há muito pouco tempo, o Governo do Partido Socialista liderado pelo Eng. José Sócrates, publicou uma norma orientadora da gestão do QREN que, invocando a necessidade de executar obras de grande dimensão e carácter nacional que futuramente venham a beneficiar todas as regiões do País, possam ser utilizados fundos comunitários destinados a determinadas regiões específicas. Ora, o que isto quer dizer numa linguagem popular (não na linguagem do actual socialismo) é que, não havendo dinheiro para a Terceira Travessia do Tejo ou para o Novo Aeroporto de Lisboa, por exemplo, vamos ao dinheiro destinado às outras regiões (por exemplo ao Norte) e “sacamos” de lá algum (muito). Eles que se entendam com o que sobrar! Este é o tal pormenor de que Elisa Ferreira se esqueceu.
Isto é ou não a mesma coisa, que num município qualquer da nossa região (ou outra qualquer) depois de estarem distribuídas as verbas pelas respectivas freguesias, fosse feita letra morta dessa intenção e o município pudesse (e pode) retirar verbas a uma freguesia e entregá-las a outra.Moral desta questão, lá vai o norte ser novamente prejudicado em nome dos investimentos ditos prioritários para o País. Mas que raio de fundamentação eles conseguem arranjar para dizer que a TTT ou o NAL, são imperativos e contribuem para o desenvolvimento do Norte em geral e do Porto em particular. O Dr. Rui Rio que se acautele, conjuntamente com todos os autarcas da nossa Região.
Volto de novo a este assunto. No passado dia 15 de Novembro e como corolário das II JORNADAS DO PODER LOCAL, iniciativa do NÚCLEO PAREDES CIDADE do PSD, concluímos que a implementação desta reorganização administrativa era uma questão de Estado, imperiosa para o relançamento do País no seu todo, ao contrário do que acontece hoje, quando só a área de Lisboa e Vale do Tejo e a Madeira têm o seu PIB acima da média Europeia.
Não foi por acaso, mas nesta iniciativa do Núcleo, foram convidados representantes do Bloco de Esquerda, do Partido Socialista e do nosso Partido Social Democrata. Todos eles concluíram o mesmo, ou avançamos agora, ou então o 3º Mundo espera-nos, mais tarde ou mais cedo. Não podemos esquecer que, por mero exemplo, a região Norte apresenta um PIB equivalente a 65% da média Europeia.
Recentemente um relatório da Comissão Europeia e oriundo do “pelouro” da Comissária Danuta Hubner, aquela que no “Governo Europeu” é responsável pelas questões das regiões, alertou que os apoios a Portugal se mostram ainda muito importantes, dado que há algumas regiões – citando mesmo a região Norte de Portugal como exemplo – que carecem de avultados investimentos no intuito de as fazer aproximar da média Europeia.
Isto mesmo, foi frisado pela Eurodeputada Elisa Ferreira num artigo de opinião, publicado no JN do passado Domingo, onde alerta para a oportunidade que o Norte tem de se desenvolver, servindo-se desta orientação da Comissária Hugner para justificar esta sua opinião. Aproveita para lançar algumas indirectas aos responsáveis autárquicos do Norte (será que a Dr.ª Elisa Ferreira não será candidata à Câmara Municipal do Porto?...) dizendo que estes já deviam estar preparados com os respectivos projectos, para lançarem mãos desses fundos comunitários que advêm deste último quadro comunitário de apoio e responsabilizando-os se isso não acontecer. Mas, a caríssima Eurodeputada do Partido Socialista, omitiu um pormenor, ou talvez não tivesse conhecimento dele.
É que há muito pouco tempo, o Governo do Partido Socialista liderado pelo Eng. José Sócrates, publicou uma norma orientadora da gestão do QREN que, invocando a necessidade de executar obras de grande dimensão e carácter nacional que futuramente venham a beneficiar todas as regiões do País, possam ser utilizados fundos comunitários destinados a determinadas regiões específicas. Ora, o que isto quer dizer numa linguagem popular (não na linguagem do actual socialismo) é que, não havendo dinheiro para a Terceira Travessia do Tejo ou para o Novo Aeroporto de Lisboa, por exemplo, vamos ao dinheiro destinado às outras regiões (por exemplo ao Norte) e “sacamos” de lá algum (muito). Eles que se entendam com o que sobrar! Este é o tal pormenor de que Elisa Ferreira se esqueceu.
Isto é ou não a mesma coisa, que num município qualquer da nossa região (ou outra qualquer) depois de estarem distribuídas as verbas pelas respectivas freguesias, fosse feita letra morta dessa intenção e o município pudesse (e pode) retirar verbas a uma freguesia e entregá-las a outra.Moral desta questão, lá vai o norte ser novamente prejudicado em nome dos investimentos ditos prioritários para o País. Mas que raio de fundamentação eles conseguem arranjar para dizer que a TTT ou o NAL, são imperativos e contribuem para o desenvolvimento do Norte em geral e do Porto em particular. O Dr. Rui Rio que se acautele, conjuntamente com todos os autarcas da nossa Região.
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Bem hajam e até breve,
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O Presidente da CPN Paredes Cidade do PSD
José Henriques Soares
José Henriques Soares
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
In Olhar (Im)parcial / O Verdadeiro Olhar
In Olhar (Im)parcial / O Verdadeiro Olhar
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