O EXEMPLO AMERICANO
É frequente, todos nós, escutarmos ou lermos na comunicação social, as mais variadas opiniões sobre os Estados Unidos da América. Por norma, opiniões que procuram denegrir a imagem daquele País.
Seja porque querem ser os “patrões” do Mundo, seja porque têm um Presidente que de facto não abona muito em favor do próprio Estado Americano, seja porque tomaram medidas e atitudes, mesmo fora do seu País, que serão no mínimo criticáveis.
De todas elas, enquadrando aqui a famosa lista do “Eixo do Mal” e as frentes de guerra abertas no Afeganistão e no Iraque, eu considero que aquela que a mim me custa mais a aceitar, é ver os EUA continuarem a não serem signatários do Protocolo de Kioto, o documento compromisso que no fundo pretende reduzir as emissões de gases nocivos para a atmosfera e que pode condicionar muito o nosso futuro e das gerações seguintes. Este mesmo País, que é responsável pela emissão de mais de 35% do total de gases para a atmosfera.
É aqui que, na minha perspectiva, fica manchada a negro muito escuro, a vigência do Presidente Bush ao longo dos dois mandatos que efectuou.
Contudo, nem tudo é mau, nem tudo foi mal feito neste País.
Recentemente concluiu-se o processo eleitoral nos EUA, com a vitória esperada de Barack Obama.
O acto eleitoral do passado dia 4 de Novembro, foi, a todos os níveis, uma lição de Democracia ou como é usual dizer-se de “low profile” para todo o Mundo.
Enquadro nesta análise dois momentos importantes, o discurso da derrota de John McCain que foi um exemplo, bem como o modo adequado com que, o ainda Presidente abordou o processo de substituição na Casa Branca. Notável para um País que nem sempre tem sido exemplar.
Mas, perguntar-me-ão, porquê este assunto? O que tem a ver connosco aqui nosso “burgo”? No nosso PSD?
Antes de mais um sublinhado. Cá para mim, todos devíamos ver a política com uma visão similar àquela com que vemos o futebol, cada um tem o seu clube, uns ganham, outros perdem, mas no final a vida continua.
Passemos então aos factos. Então, no passado dia 15 de Novembro, deveriam ter ocorrido as eleições para a Mesa do Plenário do PSD Paredes, E não ocorreram? Não, embora a convocatória para o acto eleitoral, tenha sido feita, nos termos estatutários, no jornal POVO LIVRE.
Só que a menos de 24h do acto, o actual Presidente da Mesa do Plenário entendeu não estarem reunidas as condições para que o mesmo ocorresse.
Não quero aqui entrar em considerandos sobre as razões, ou não razões, que assistirão ao Sr. Presidente da Mesa. Só quero lamentar o sucedido e pedir um pouco de bom senso, porque o PSD é um Partido DEMOCRÁTICO e não merece ser tratado assim, também aqui em Paredes. O que vamos explicar aos nossos militantes?
Que grande lição de DEMOCRACIA levamos dos amigos Americanos.
Bem hajam e até breve,
O Presidente da CPN Paredes Cidade do PSD
É frequente, todos nós, escutarmos ou lermos na comunicação social, as mais variadas opiniões sobre os Estados Unidos da América. Por norma, opiniões que procuram denegrir a imagem daquele País.
Seja porque querem ser os “patrões” do Mundo, seja porque têm um Presidente que de facto não abona muito em favor do próprio Estado Americano, seja porque tomaram medidas e atitudes, mesmo fora do seu País, que serão no mínimo criticáveis.
De todas elas, enquadrando aqui a famosa lista do “Eixo do Mal” e as frentes de guerra abertas no Afeganistão e no Iraque, eu considero que aquela que a mim me custa mais a aceitar, é ver os EUA continuarem a não serem signatários do Protocolo de Kioto, o documento compromisso que no fundo pretende reduzir as emissões de gases nocivos para a atmosfera e que pode condicionar muito o nosso futuro e das gerações seguintes. Este mesmo País, que é responsável pela emissão de mais de 35% do total de gases para a atmosfera.
É aqui que, na minha perspectiva, fica manchada a negro muito escuro, a vigência do Presidente Bush ao longo dos dois mandatos que efectuou.
Contudo, nem tudo é mau, nem tudo foi mal feito neste País.
Recentemente concluiu-se o processo eleitoral nos EUA, com a vitória esperada de Barack Obama.
O acto eleitoral do passado dia 4 de Novembro, foi, a todos os níveis, uma lição de Democracia ou como é usual dizer-se de “low profile” para todo o Mundo.
Enquadro nesta análise dois momentos importantes, o discurso da derrota de John McCain que foi um exemplo, bem como o modo adequado com que, o ainda Presidente abordou o processo de substituição na Casa Branca. Notável para um País que nem sempre tem sido exemplar.
Mas, perguntar-me-ão, porquê este assunto? O que tem a ver connosco aqui nosso “burgo”? No nosso PSD?
Antes de mais um sublinhado. Cá para mim, todos devíamos ver a política com uma visão similar àquela com que vemos o futebol, cada um tem o seu clube, uns ganham, outros perdem, mas no final a vida continua.
Passemos então aos factos. Então, no passado dia 15 de Novembro, deveriam ter ocorrido as eleições para a Mesa do Plenário do PSD Paredes, E não ocorreram? Não, embora a convocatória para o acto eleitoral, tenha sido feita, nos termos estatutários, no jornal POVO LIVRE.
Só que a menos de 24h do acto, o actual Presidente da Mesa do Plenário entendeu não estarem reunidas as condições para que o mesmo ocorresse.
Não quero aqui entrar em considerandos sobre as razões, ou não razões, que assistirão ao Sr. Presidente da Mesa. Só quero lamentar o sucedido e pedir um pouco de bom senso, porque o PSD é um Partido DEMOCRÁTICO e não merece ser tratado assim, também aqui em Paredes. O que vamos explicar aos nossos militantes?
Que grande lição de DEMOCRACIA levamos dos amigos Americanos.
Bem hajam e até breve,
O Presidente da CPN Paredes Cidade do PSD
José Henriques Soares
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
In Olhar (Im)parcial / O Verdadeiro Olhar
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