POLÍTICA À PORTUGUESA: ANO NOVO, POLÍTICA VELHA.
Chegou um novo ano. Aproveito para desejar a todos um excelente 2009, de preferência melhor que 2008. É verdade, chegou um novo ano, mas não chegou um novo modo de fazer política. Numa recente intervenção do Primeiro-Ministro Eng. José Sócrates, perante uma plateia de empresários, ficou patente esta velha e má maneira de intervenção política. Disse o Primeiro-Ministro, em determinada altura da sua intervenção, alto e bom som, que “…não senhor, nos tempos de crise que correm, é o tempo certo para abdicar de alguns princípios e ajustar o rumo da política…”. Contudo, cerca de 10m depois e no seguimento da sua intervenção, a propósito de uma questão levantada por um dos empresários presentes sobre uma eventual baixa dos impostos, o chefe do governo respondeu que “…temos de seguir o nosso rumo e a nossa política e não abdicar dos nossos princípios orientadores, custe o que custar, logo, não faz sentido qualquer baixa de impostos no actual cenário de crise.”. Então em que ficamos? É que eu também não sei.
Por outro lado, o Eng. Sócrates deve andar satisfeito com a chegada desta crise. É que não é só a “crise”, são as eleições caros amigos. Assim, justificando-se com a dita, despejam-se milhões de euros na banca, no sector automóvel, nas pequenas e médias empresas, no investimento público de “betão”, enfim, em tudo o que serve perfeitamente os objectivos eleitorais do PS. Mas para além disso, serve muito mais para controlar a economia privada e a sociedade, porque todos vão querer o apoio do estado, leia-se GOVERNO. Estes são exemplos flagrantes de como actualmente (não) se faz política em Portugal.
Sejamos sinceros, a actual Presidente do PSD, Dr.ª Manuela Ferreira Leite, pode não ter “imagem”, pode não dizer as coisas de uma forma politicamente correcta, pode até, por vezes, ultrapassar os limites do razoável para responder ou transmitir algumas ideias, mas todos nós sabemos que quando fala, fala verdade. Certamente que não lembraria ao diabo, dizer que as ditas grandes obras públicas tão propagandeadas pelo governo, só serviriam para combater o desemprego da Ucrânia ou de alguns Países lusófonos. Mas alguém duvida que de facto isto é verdade? Para mim, tem toda a razão. Se calhar não deveria era dizê-lo daquela forma tão frontal.
Como sabemos, vamos entrar num ano eleitoral, com eleições para o Parlamento Europeu, as Legislativas e as Autárquicas. Para todas elas, requere-se o máximo de atenção, é importante analisar e “filtrar” muito bem tudo aquilo que ouvimos, nomeadamente as promessas que vão ser feitas. Um bocado à imagem das muitas promessas que o candidato Eng. Sócrates fez e o Primeiro-Ministro Eng. Sócrates não cumpriu, muito pelo contrário.
Esta necessidade de atenção e de “filtro” ao que ouvimos, também se aplica nas Autárquicas. A vontade que os partidos têm em ganhar as Autárquicas, isto é, vencer a maioria dos municípios e logo, ter a Presidência da ANMP, é muito grande e importante. Também é verdade que nestas eleições, vota-se mais no candidato do que no Partido, ao contrário do que acontece nas Legislativas.
O POVO (não é “burro” como alguns querem fazer querer) é inteligente, sabe o que quer. Saberá certamente escolher os seus líderes, sejam os seus/nossos Presidentes de Junta, Presidentes de Câmara ou Primeiro-Ministro. Também os Paredenses saberão fazê-lo. Eu acredito neles.
Chegou um novo ano. Aproveito para desejar a todos um excelente 2009, de preferência melhor que 2008. É verdade, chegou um novo ano, mas não chegou um novo modo de fazer política. Numa recente intervenção do Primeiro-Ministro Eng. José Sócrates, perante uma plateia de empresários, ficou patente esta velha e má maneira de intervenção política. Disse o Primeiro-Ministro, em determinada altura da sua intervenção, alto e bom som, que “…não senhor, nos tempos de crise que correm, é o tempo certo para abdicar de alguns princípios e ajustar o rumo da política…”. Contudo, cerca de 10m depois e no seguimento da sua intervenção, a propósito de uma questão levantada por um dos empresários presentes sobre uma eventual baixa dos impostos, o chefe do governo respondeu que “…temos de seguir o nosso rumo e a nossa política e não abdicar dos nossos princípios orientadores, custe o que custar, logo, não faz sentido qualquer baixa de impostos no actual cenário de crise.”. Então em que ficamos? É que eu também não sei.
Por outro lado, o Eng. Sócrates deve andar satisfeito com a chegada desta crise. É que não é só a “crise”, são as eleições caros amigos. Assim, justificando-se com a dita, despejam-se milhões de euros na banca, no sector automóvel, nas pequenas e médias empresas, no investimento público de “betão”, enfim, em tudo o que serve perfeitamente os objectivos eleitorais do PS. Mas para além disso, serve muito mais para controlar a economia privada e a sociedade, porque todos vão querer o apoio do estado, leia-se GOVERNO. Estes são exemplos flagrantes de como actualmente (não) se faz política em Portugal.
Sejamos sinceros, a actual Presidente do PSD, Dr.ª Manuela Ferreira Leite, pode não ter “imagem”, pode não dizer as coisas de uma forma politicamente correcta, pode até, por vezes, ultrapassar os limites do razoável para responder ou transmitir algumas ideias, mas todos nós sabemos que quando fala, fala verdade. Certamente que não lembraria ao diabo, dizer que as ditas grandes obras públicas tão propagandeadas pelo governo, só serviriam para combater o desemprego da Ucrânia ou de alguns Países lusófonos. Mas alguém duvida que de facto isto é verdade? Para mim, tem toda a razão. Se calhar não deveria era dizê-lo daquela forma tão frontal.
Como sabemos, vamos entrar num ano eleitoral, com eleições para o Parlamento Europeu, as Legislativas e as Autárquicas. Para todas elas, requere-se o máximo de atenção, é importante analisar e “filtrar” muito bem tudo aquilo que ouvimos, nomeadamente as promessas que vão ser feitas. Um bocado à imagem das muitas promessas que o candidato Eng. Sócrates fez e o Primeiro-Ministro Eng. Sócrates não cumpriu, muito pelo contrário.
Esta necessidade de atenção e de “filtro” ao que ouvimos, também se aplica nas Autárquicas. A vontade que os partidos têm em ganhar as Autárquicas, isto é, vencer a maioria dos municípios e logo, ter a Presidência da ANMP, é muito grande e importante. Também é verdade que nestas eleições, vota-se mais no candidato do que no Partido, ao contrário do que acontece nas Legislativas.
O POVO (não é “burro” como alguns querem fazer querer) é inteligente, sabe o que quer. Saberá certamente escolher os seus líderes, sejam os seus/nossos Presidentes de Junta, Presidentes de Câmara ou Primeiro-Ministro. Também os Paredenses saberão fazê-lo. Eu acredito neles.
Bem hajam e até breve,
O Presidente da CPN Paredes Cidade do PSD
José Henriques Soares
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José Henriques Soares
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Sexta-feira, 09 de Janeiro de 2009
In Olhar (Im)parcial / O Verdadeiro Olhar
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